Da serra do Rio pra sua cintura: como nasce uma Tá Mara!
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Toda Tá Mara! começa do mesmo jeito: um rolo de brim 100% algodão, uma máquina de costura e a serra do Rio de Janeiro lá fora.
A gente não tem fábrica. Tem ateliê. E isso muda tudo.
Costurada por nós, de verdade
Quando a gente diz "feita à mão", não é figura de linguagem. Cada pochete passa pelas nossas mãos: o corte do tecido, a montagem das divisórias, o bolso secreto na parte de trás, a alça ajustável, o acabamento. Peça por peça.
É por isso que o capricho aparece nos detalhes — na costura reta, no zíper que desliza, no pesponto que segura anos de uso.
Por que brim?
Porque ele é o tecido da vida real. Leve de carregar, resistente pra aguentar o dia a dia, fácil de lavar e com uma textura que fica mais bonita com o tempo. E sendo 100% algodão, é maleável: dobra, amassa e volta ao normal sem reclamar.
E as cores, de onde vêm?
As cores sólidas são as fixas do catálogo — as companheiras de sempre. Já as combinações e edições limitadas nascem de experimentação: a gente junta tecidos, testa contrastes e, quando uma combinação faz a gente sorrir, ela ganha nome e vai pro mundo. Por tempo limitado, enquanto existir.
Preço justo, sem mistério
Fazer à mão custa tempo e cuidado. Mas a gente acredita que artesanal não precisa ser inacessível: cobramos o que é justo pelo trabalho, sem inflar. Simples assim.
Da nossa máquina de costura pra sua rotina. É um orgulho danado. ✂️